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Palácio da Liberdade, do Samba e do cinema

Mostra de Cinema ganha espaço durante o Carnaval da Liberdade e compõem programação do Palácio do Samba

A programação especial de cinema convida o público, em pleno período de carnaval, para um mergulho na história do samba e do carnaval em Minas Gerais, por meio de uma seleção de documentários que resgatam memórias, trajetórias e resistências de grandes mestres do gênero. A mostra apresenta registros sobre figuras icônicas, como Mestre Conga, Mamão e Ronaldo Coisa Nossa, além de revelar a importância da Velha Guarda e de espaços fundamentais para a cultura do samba no estado.

Os filmes foram realizados em Belo Horizonte e Juiz de Fora, trazendo depoimentos de artistas, pesquisadores e personagens que viveram e construíram essa história. Entre os destaques, estão o resgate do percurso do carnaval belo-horizontino, as composições de Mestre Conga, a versatilidade de Zé do Monte, tipógrafo e partideiro, a trajetória de Mamão – compositor de “Tristeza Pé no Chão” –, e cinco belas rodas de samba retratadas no Roda, com a velha guarda de Belo Horizonte.

Ao longo de quatro dias, a programação convida o público a celebrar o samba como patrimônio vivo, expressão de identidade e resistência. As sessões apresentam uma oportunidade única para conhecer e reconhecer a riqueza da cultura popular mineira, em uma experiência que une música, memória e tradição, nas dependências de outro grande patrimônio cultural mineiro, o Palácio da Liberdade, que durante o Carnaval da Liberdade se transforma no Palácio do Samba. 

A Mostra integra a programação do “Palácio do Samba”. O  projeto faz parte da Via das Artes, iniciativa do Governo de Minas, realizada pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult-MG) e pela Fundação Clóvis Salgado (FCS), em correalização com a Prefeitura de Belo Horizonte e patrocínio da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge). Palácio do Samba. O Instituto Cultural Aurum é responsável pela produção do “Palácio do Samba”, em parceria com a Codemge, Fundação Clóvis Salgado e Jackson Martins Produções e Eventos, com curadoria do Coletivo de Sambistas Mestre Conga. 

01/03 SAB

14h O inconfidente do Samba (Chiquinho Matias, BH-MG, 2013) Livre | 33min

O filme traça um paralelo entre a vida do sambista Mestre Conga e sua relação com o carnaval da capital mineira, resgatando suas memórias e somando a elas a convergência entre a vida do grande mestre e o percurso histórico do carnaval de Belo Horizonte.

14h35 Samba em Serpentina (Marcos Maia, BH-MG, 2013) Livre | 8min

O curta reúne fragmentos da pesquisa sobre a história do samba e do carnaval da capital mineira. Foi destinado à exposição Narrativas do Samba e do Carnaval de Belo Horizonte que esteve em cartaz no Museu Histórico Abílio Barreto, em 2023.

17h Memórias de um tipógrafo partideiro (Pedro Portela, BH-MG,  2005)| Livre 52min

Letra por letra, Zé do Monte passa os dias cantando palavras, tipógrafo há mais de 30 anos, esse é o ofício que ele luta para preservar. Além de trabalhar com as minúsculas fontes de metal, ele sempre colheu versos nas rodas de partido-alto.

02/03 DOM

14h Velha Guarda Canta Mestre Conga – Pedra 90 (Chiquinho Matias, BH-MG, 2024) | Livre |57min

Mestre Conga, baluarte do carnaval e do samba de Belo Horizonte, é tema deste documentário musical que é uma verdadeira homenagem da velha guarda, representada por Donelisa, Zé do Monte e Lucinha Bosco. Eles e o próprio Mestre Conga interpretam dez faixas do compositor que no último dia de Iemanjá, 02 de fevereiro, completou 98 anos.

17h Coisa Nossa (Carlos Canela, BH-MG, 2012)| Livre | 71min

Coisa Nossa é um filme que já nasceu com o nome pronto. Através da história de Ronaldo Coisa Nossa, sambista da velha guarda, catador de ferro velho, dono do famoso bar Opção e compositor, o filme fala de coisas que são absolutamente nossas, brasileiros e brasileiras: a superação, humildade altiva e histórica que herdamos sem abrir mão da resistência. Tudo com um jeito sereno à sua maneira de conviver com as adversidades.

03/03 SEG

14h Vai Manter a Tradição: O Samba em Juiz de Fora (Carlos Fernando Cunha, Juiz de Fora-MG, 2020) Livre | 95min

O documentário apresenta aspectos da história do samba de Juiz de Fora/MG, reunindo depoimentos de artistas e pesquisadores da cidade, bem como imagens de arquivo.

17h Roda – com a velha guarda do samba de Belo Horizonte (Carla Maia e Raquel Junqueira, BH-MG, 2011) Livre | 70m

Entre sambas e memórias, compositores, intérpretes e instrumentistas da Velha Guarda do Samba de Belo Horizonte fazem  roda em um filme feito de encontros. Na produção, encontro do historiador e produtor cultural Marcos Maia com as diretoras Carla Maia e Raquel Junqueira e na narrativa, encontro de sambistas que  em cinco rodas cantam e contam de maneira poética suas vivências no mundo do samba da capital mineira.

04/03 TER

14h Mamão: Sambas e Memórias na Cidade Iluminada (Carlos Fernando Cunha, Juiz de Fora-MG, 2022) | Livre | 66 min

O documentário trata da vida e da produção artístico-musical de Armando Fernandes Aguiar, o Mamão. Cantor e compositor nascido em Juiz de Fora/MG, Mamão compôs, entre outros sambas, Tristeza Pé No Chão, sucesso na voz de Clara Nunes, gravado em 1973.

17h Luz da vida inteira (Maria de Fátima Augusto, BH-MG, 2007) | Livre | 45min

Documentário que mostra os últimos dias da principal casa de dança de Belo Horizonte: o Clube Elite. O filme é um mergulho no universo de trabalhadores comuns que a noite se

transformam em exímios dançarinos.

 

Grafiteiros produzem obras inéditas para Via das Artes

Evento transforma a cidade com exibição de grafites nas principais avenidas de BH no Carnaval 2025. Nomes como DMS, Wanatta, Bolinho e Fhero estão entre os artistas convidados

Belo Horizonte será tomada por manifestações artísticas que ampliam os horizontes da experiência carnavalesca. As avenidas Andradas, Amazonas e Brasil se transformarão em galerias ao ar livre, com telas gigantes assinadas por 15 artistas mineiros, já reconhecidos e também iniciantes, sob curadoria de Juliana Flores.

As telas, que trazem interpretações visuais com o tema carnavalesco e carregam o estilo próprio de cada artista, estão sendo produzidas nesta segunda (24/02) e nesta terça, (25/02), no Espaço 356, no Olhos D’Água, em Belo Horizonte. 

 Serão mais de 40 obras, de 6 metros de altura por 3 de largura, concebidas pelos grafiteiros Davi DMS, Ramar, Bolinho, Carolina Jaued, Gud, Fhero, Sodac, Marcos Ash, Fênix, João Gabriel, Zi Reis, Wanatta, Tekinha, PA3CK e Matheus Dias. As obras estarão  distribuídas nas torres de áudio que compõem as três vias que serão sonorizadas este ano no projeto “Via das Artes”, iniciativa do Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo, para promoção do Carnaval da Liberdade 2025, dentro do AMA (Ano Mineiro das Artes).

 “Convidamos para esta ação artistas que representam a pulsante cena do graffiti de Belo Horizonte. Nomes consagrados na cena como DMS, Wanatta, Bolinho e Fhero dividem espaço com novos expoentes da arte urbana local como Sodac e Zi Reis e trazem seu traço e estilo único para representarem a alegria e a criatividade desse Carnaval de Beagá que é tão singular e autêntico. O Carnaval também é arte e eu achei maravilhoso o Governo de Minas trazer ainda mais espaço para as artes visuais para as vias que passam os grandes blocos da cidade”, explica a curadora  Juliana Flores.

 O Instituto Cultural Aurum é responsável pela Produção Artística do projeto “Via das Artes”, em parceria com a Codemge,  Fundação Clóvis Salgado e APPA.

 “Este projeto é uma celebração da arte em sua forma mais vibrante e acessível. Transformar as avenidas de Belo Horizonte em galerias ao ar livre é uma maneira única de integrar a cultura ao cotidiano da cidade. A arte visual no Carnaval da Liberdade 2025 traz à tona a criatividade e a autenticidade de nossos artistas, refletindo o espírito de nossa cidade.”, explica Sérgio Rodrigo Reis, presidente da Fundação Clóvis Salgado.

Endereço Espaço 356 –  R. Adriano Chaves e Matos, 100 – Olhos D’Água, Belo Horizonte – Espaço 356

 

Via das Artes 2025: blocos e programação noturna em BH prometem o Carnaval mais artístico do Brasil

A proposta é unir tradição e inovação em uma programação diversa e gratuita 

A Via das Artes se prepara para transformar as ruas de Belo Horizonte em um grande palco a céu aberto durante o Carnaval. Com uma programação que valoriza os blocos carnavalescos como as verdadeiras estrelas da festa, as avenidas serão sonorizadas ao longo do dia para que todos possam mergulhar na vibração contagiante da folia. À noite, a festa continua com atrações complementares, criando uma experiência contínua e diversificada para os foliões.

A proposta da Via das Artes é unir tradição e inovação, respeitando os horários dos blocos enquanto expande as possibilidades de diversão com programações noturnas diversificadas. Com uma curadoria que vai da folia carnavalesca ao universo eletrônico, passando por performances poéticas e circenses, o evento reafirma Belo Horizonte como um dos grandes polos do Carnaval de rua do Brasil.

“A Via das Artes totalmente sonorizada e com diversas expressões artísticas ganhando evidência nesse carnaval, além da música, reforça o nosso compromisso com a realização do carnaval mais cultural de todos os tempos”, explica Sérgio Rodrigo Reis, presidente da Fundação Clóvis Salgado.

O Instituto Cultural Aurum é responsável pela produção artística do projeto Via das Artes, em parceria com a Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge), Fundação Clóvis Salgado e Associação Pró-Cultura e Promoção das Artes (APPA). A iniciativa é do Governo de Minas Gerais, realizada por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), para promoção do Carnaval da Liberdade 2025, e integra dentro do AMA – Ano Mineiro das Artes, programa da Secult.

Virada Eletrônica

Entre os eventos mais aguardados está a Virada Eletrônica na Via das Artes Amazonas, que acontecerá na segunda-feira, 3 de março, das 22h às 5h. Sob o comando do jornalista e apresentador Zeca Camargo, o evento inédito atenderá ao público que busca uma programação vibrante na madrugada, reunindo os principais DJs e VJs da cena eletrônica de Belo Horizonte. O repertório trará um mix de música eletrônica com a tradição do carnaval mineiro, performances circenses e projeções visuais, garantindo uma experiência única e imersiva.

A programação da Virada Eletrônica inclui apresentações coletivas de DJs, performances circenses e sets variados que transitam entre House, Techno, EDM e Chill-out, além de ritmos variados incluindo pop, funk e brasilidades, criando uma fusão de ritmos e visuais para manter a energia até o amanhecer. A proposta integra o plano anual do coletivo Quarteirão Eletrônico, que propõe uma reflexão sobre as boates e clubes ao redor do mundo que estão encerrando suas atividades devido à crise provocada pela pandemia.

Carnaval Multicultural – Alvorada Poética

Poesia, artes gráficas, digitais e circenses fazem da Via da Artes a manifestação mais cultural no Carnaval de todos os tempos. Além da extensa programação musical, o Carnaval da Liberdade ganha um amanhecer singular em 2025 com a Alvorada Poética da Via das Artes. 

A programação acontece no sábado, 1° de março, das 05h às 06h da manhã, com intervenções ao vivo na avenida Amazonas, transformando o despertar carnavalesco em um grande recital ao ar livre, unindo literatura, música, teatro e artes visuais. Neste ano, a homenageada é Adélia Prado, poeta que traduz a mineiridade em versos que transitam entre o cotidiano e o sagrado.

Outra vertente do evento é a Trupe do Carnaval, uma performance multilinguagem que combina literatura, dança, circo, slam e música, também em homenagem a Adélia Prado, cuja direção é de Marcelino Xibil. A poesia se materializa em movimento, cores e ritmo, explorando as ruas como palcos vivos de expressão e reflexão.

 

Arte por toda a cidade

A cidade também será tomada por manifestações artísticas que ampliam os horizontes da experiência carnavalesca. As vias se transformarão em galerias ao ar livre, com telas gigantes  assinadas por artistas mineiros, sob curadoria de Juliana Flores. 

No total, serão 41 obras distribuídas por três avenidas, trazendo interpretações visuais do Carnaval de BH. As artes visuais também tomarão os prédios da cidade, com projeções noturnas em grandes fachadas laterais de diversos prédios da cidade com poemas de autores como Carlos Drummond Andrade, Guimarães Rosa, Clarice Lispector, Marcelo Heidenreich, Tomás Antônio Gonzaga e Cecília Meireles. Essas intervenções visuais trarão imagens que celebram a poesia e a musicalidade do carnaval, reafirmando a cidade como um espaço de cultura pulsante, dia e noite.

Programação dos blocos e atrações culturais

VIA DAS ARTES AMAZONAS

Local: Av. Amazonas

Concentração: Nº 507

Dispersão: Nº 77

  • Horário: 8h às 20h (Sábado a Terça)

BLOCOS DE RUA

  • Sábado (01/03): 14h – Calixto
  • Domingo (02/03): 8h – Abalô Caxi | 14h – Angola Janga
  • Segunda (03/03): 8h – Baianas Ozadas | 14h – Ziguiriguidum
  • Terça (04/03): 8h – Funk You | 14h – Baianeiros

ALVORADA POÉTICA 

  • Data: Sábado (01/03)
  • Horário: 5h às 6h

QUARTEIRÃO ELETRÔNICO

  • Datas: Sábado a Terça
  • Horário: 19h às 20h
  • Sábado:  Dj Markko
  • Domingo: Dj Carlos Kroeff
  • Segunda:  Dj Paula Vilarino
  • Terça: Dj Tom McGhigan

Todos os dias:

  • VJ Visual de Folclore MINEIRO – Estímulos visuais inspirados na cultura MINEIRA.
  • Trupe do Circo de rua

VIRADA ELETRÔNICA – VIA DAS ARTES AMAZONAS

  • After de Carnaval com os principais DJs e VJs de Belo Horizonte!
  • Data: 03/02 (Segunda) para 04/02 (Terça)
  • Horário: 22h às 5h
  • Local: Via das Artes Amazonas

Programação

  • 22h – 00h: DJ Leandro Rallo; performance de circo intercalada com sets de DJs e visualizações dos VJs.
  • 00h – 02h: Zeca Camargo. Artista e pesquisador musical apresenta uma seleção que vai do pop, funk, eletrônico e brasilidades.
  • 02h – 04h: Felipe Reis B2B Celine; encontro dos DJs, VJs e artistas circenses com sets de EDM variados (Trap, Moombahton) que culminam em uma grande performance visual.
  • 04h – 05h: Shapless; Encerramento com um after party, uma mistura de Chill-out com performances de circo relaxantes e projeções noturnas.

VIA DAS ARTES ANDRADAS

  • Local: Av. Andradas

Concentração: Nº 3560

Dispersão: Nº 4000

  • Horário: 8h às 20h (Sábado a Terça)

BLOCOS DE RUA

  • Sábado (01/03): 8h – Tchanzinho | 14h – Volta Belchior
  • Domingo (02/03): 8h – Bloco da Esquina | 14h – É o Amô
  • Segunda (03/03): 8h – Havayanas Usadas | 14h – Swing Safado
  • Terça (04/03): 8h – Órdinários | 14h – Lavô Tá Novo

QUARTEIRÃO ELETRÔNICO

  • Datas: Sábado a Terça
  • Horário: 19h às 20h
  • Sábado:  Dj Carlo Dee
  • Domingo: Dj Markko
  • Segunda:  Dj Tom McGuigan
  • Terça: Dj Carlos Kroeff

TODOS OS DIAS:

  • VJ Céu Estrelado – Animação digital que representa o céu durante a folia.
  •  Trupe do Circo de rua

VIA DAS ARTES BRASIL

  • Local: Av. Brasil

Concentração: Nº 1285

Dispersão: Nº 883

  • Horário: 8h às 20h (Sábado a Terça)

BLOCOS DE RUA

  • Sábado (01/03): 8h – WS Elétrico | 14h – Eu Não Vou Embora
  • Domingo (02/03): 8h – Beiço do Wando | 14h – Batuque Coletivo
  • Segunda (03/03): 8h – Tropicalize | 14h – Alcova Libertina
  • Terça (04/03): 8h – Fala Mal | 14h – Bartucada

QUARTEIRÃO ELETRÔNICO

  • Datas: Sábado a Terça
  • Horário: 19h às 20h
  • Sábado:  Dj Leo Mille
  • Domingo: Dj Valber
  • Segunda:  Dj Markko
  • Terça: Dj Valber

Todos os dias:

  • VJ Noite: Cores do Carnaval – Visual interativo em celebração às cores do carnaval.
  • Trupe do Circo de rua

PALCO VIA DAS ARTES BRASIL

Orquestra Sinfônica de Minas Gerais

  • Data: 27/02
  • Local: Av. Brasil com Bernardo Monteiro
  • Horário: 20h

Filarmônica de Minas Gerais

  • Data: 05/03 (Quarta-feira de Cinzas)
  • Local: Av. Brasil com Bernardo Monteiro
  • Horário: 20h

 

Carnaval de Minas Gerais ganha álbum inédito com trilhas musicais dos blocos do Estado

Projeto realizado pelo Governo de Minas Gerais grava composições autorais dos artistas locais

O Carnaval de Minas Gerais, em 2025, terá sua própria trilha sonora oficial. O projeto “Trilhas do Carnaval MG”, coordenado pelo músico Henrique Portugal (tecladista do Skank), irá gravar e lançar um álbum inédito com músicas autorais de 14 blocos carnavalescos do Estado.

“A música é a alma do Carnaval e, com este projeto, valorizamos a produção autoral dos blocos e de seus compositores. O Carnaval de Belo Horizonte e de Minas Gerais se diferencia pela criatividade, e o Trilhas do Carnaval chega para registrar essa identidade musical, levando nossa folia para além das ruas e eternizando-a em plataformas digitais”, destaca o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas de Oliveira.

Os coletivos foram selecionados no Edital 01/2025 Trilhas do Carnaval/MG, realizado em parceria entre o Instituto Cultural Aurum, Uno Music e a Fundação Clóvis Salgado, com patrocínio da CEMIG e a Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge). 

O projeto integra o “Via das Artes”, iniciativa do Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo, para promoção do Carnaval da Liberdade 2025, dentro do AMA (Ano Mineiro das Artes). A ação resgata, registra e promove essas canções que são a essência do carnaval da capital mineira, um dos principais do País. Com direção artística de Henrique Portugal (Skank), os artistas estão em estúdios nesta semana (17 a 21/2) para gravarem seus hits.

Foram contemplados os blocos, Românticos São Loucos, Odilara, Pisa na Fulô, Magia Negra, Bloco do Sebá, Abre Que Tô Passanú, Seu Vizinho, Bloco da Cinara, Todo Mundo Cabe no Mundo, Afoxé Bandarerê, Baque de Mina e Volta Belchior. Além desses, os blocos Baianas Ozadas, Juventude Bronzeada e Seu Vizinho, que já tinham seus hits gravados, irão integrar a playlist do projeto. 

Além de garantirem a gravação profissional das músicas que embalam a folia nas avenidas, os blocos terão seus hits disponibilizados nas diversas plataformas de streaming, rádios e nas principais avenidas de Belo Horizonte (Amazonas, Andradas e Brasil), que serão sonorizadas na festividade deste ano e integram o inédito e inovador projeto Via das Artes, realizado pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo, e que transforma as três avenidas em palcos a céu aberto, oferecendo uma programação cultural diversificada e acessível.

 

Trilhas do Carnaval MG reúne composições autorais de artistas mineiros em álbum inédito

Projeto integra o Via das Artes, iniciativa do Governo de Minas para promoção do Carnaval da Liberdade 2025, dentro do AMA (Ano Mineiro das Artes) 

Um marco para o repertório carnavalesco de Minas Gerais é o que representa o projeto Trilhas do Carnaval MG, que reunirá composições autorais de artistas mineiros, com coordenação do músico Henrique Portugal, reconhecido pelo trabalho na banda Skank. 

O álbum inédito com canções de 14 blocos mineiros é realizado em parceria com a Playlist Oficial Carnaval de Beagá e integra o projeto Via das Artes, uma iniciativa do Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo, para promoção do Carnaval da Liberdade 2025, dentro do AMA (Ano Mineiro das Artes).

O lançamento do projeto aconteceu nesta quarta-feira, dia 26, às 11h, na Sala Juvenal Dias, no Palácio das Artes.  A ação resgata, registra e promove canções que são a essência do carnaval da capital mineira, um dos principais do país. A playlist conta ainda, com uma versão especial da música “Minas Gerais”, interpretada por Henrique Portugal, com participação de Geo Ozado, fundador do bloco Baianas Ozadas, e Pri Glenda, idealizadora do Bloco da Pri e vocalista dos blocos Juventude Bronzeada e É o amô. 

Além de garantirem a gravação profissional das músicas que embalam a folia nas avenidas, os blocos terão seus hits disponibilizados nas diversas plataformas de streaming, rádios e nas principais avenidas de Belo Horizonte, Amazonas, Andradas e Brasil, que compõem a Via das Artes. Cada avenida funciona como um palco a céu aberto, oferecendo uma programação cultural diversificada e acessível.

Henrique Portugal, selecionou e gravou em estúdios profissionais, ressalta a importância desta ação: “Ano passado fizemos a primeira edição deste projeto de forma independente. Com a parceria do Governo do Estado e a possibilidade da playlist tocar na Via das Artes, o projeto tomou proporções muito maiores. Quem ganha é a música mineira e o carnaval de Minas, que passa a ter sua identidade musical. A intenção é colaborar com a profissionalização dos blocos e a geração de receita ao longo do ano, incentivando a produção de músicas autorais”..

Os coletivos foram selecionados no Edital 01/2025 Trilhas do Carnaval/MG, realizado em parceria entre o Instituto Cultural Aurum, Unoh Music e a Fundação Clóvis Salgado, com patrocínio da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (CODEMGE).

Blocos que integram a playlist oficial do Carnaval Mineiro

 

Bloco da CinaraA Mulher do FuturoCinara Ribeiro

Afoxé BandarerêQuem Acreditava/Pelas Ruas da CidadeTata Kamusénde e Tata Kilunji

Magia NegraTubarão de YemonjáCamilo Gan

Abre Que Tô PassanúDeixa RolarDanilo Favato / Avelino de Paula Lara Filho

Baque de MinaLugar de Mulher Daniela Ramos

Pisa na FulôHino do Pisa na FulôDrica Mitre

Todo Mundo Cabe no Mundo–  Todo Mundo Cabe no Mundo –  Marcelo Xavier

Bloco do OdilaraNa Volta do Sol Eurípedes Neto / Renato Rosa

Românticos São LoucosAquilombar BH Marcos Catarina

Volta BelchiorApelaçãoCelso Moretti

Bloco do Sebá –  Caboclinho – Sebá

Seu Vizinho  A NamoradeiraDiogo de Paula / Diego Chassi

Juventude BronzeadaHoje Eu Só Quero Amar Pri Glenda

Baianas Ozadas – Yayá MarabôGeo Ozado, Pablo Moraes, Priscila Magalhães

 

Carnaval de BH ganha novo ritmo com a chegada da Virada Eletrônica e do Quarteirão Eletrônico

Iniciativas prometem agitar o carnaval de BH com grandes nomes da cena eletrônica  e intervenções que vão embalar o after dos blocos da capital

Zeca Carmargo, a DJ alemã Celine,  DJ Carlos Kroeff,  DJ Tom McGuigan são algumas das atrações

O carnaval de Belo Horizonte vai ganhar uma nova frequência em 2025 com a chegada da Virada Eletrônica e do Quarteirão Eletrônico. Sob o comando de conhecidos DJs e VJs da cena eletrônica da capital mineira e convidados de renome internacional, os eventos prometem uma festa com muita música, performances e projeções. O Quarteirão Eletrônico, com curadoria de Felipe Reis e Leandro Rallo,  levará o som dos DJs para as dispersões da Via Andradas, Via Brasil e Via Amazonas, durante todos os dias da folia, logo após os desfiles dos blocos, sempre das 19h às 20h. Já a Virada Eletrônica,  será o grande after do carnaval de Belo Horizonte na Via das Artes Amazonas no dia 03/02 (segunda) para 04/02 (terça), das 22h às 5h, com a participação de artistas  como Zeca Carmargo, a DJ alemã Celine e vários outros.

A Virada Eletrônica faz parte da Via das Artes, iniciativa do Governo de Minas, realizada pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult-MG) e pela Fundação Clóvis Salgado (FCS), em correalização com a Prefeitura de Belo Horizonte e patrocínio da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge) e Cemig. Para Sérgio Rodrigo Reis, presidente da Fundação Clóvis Salgado, “essa é uma oportunidade de celebrar a cultura mineira em suas diversas formas, mostrando a força da nossa tradição carnavalesca e a nossa abertura para novas expressões artísticas”. 

Um dos curadores dos projetos, Felipe Reis, explica que a ideia é oferecer uma experiência diferente para o folião, unindo a tradição do Carnaval com a energia da música eletrônica. “Queremos que as pessoas sintam a vibração da cidade, a alegria do Carnaval, mas com um toque moderno e inovador”, completa.

Virada Eletrônica – 3/2, segunda, às 22h até 4/2, terça, às 5h –  Av. Amazonas, número  77, Centro

A Virada Eletrônica na Via das Artes Amazonas será um grande after do Carnaval de BH. A festa começa na segunda, dia 03/02,  às 22h com o DJ Leandro Rallo, que se revezará com performances de circo e as visualizações dos VJs. À meia-noite, Zeca Camargo, artista e pesquisador musical, assume o comando com uma seleção que vai do pop ao funk, do eletrônico às brasilidades. Às 2h, Felipe Reis B2B Celine, um encontro de DJs, VJs e artistas circenses, prometem um show de EDM com sets variados que culminarão em uma grande performance visual. E para encerrar a noite, às 4h, Shapless assume o comando com um after party que mistura Chill-out, performances de circo relaxantes e projeções noturnas. A Virada Eletrônica será na Av. Amazonas, número  77, Centro.

Quarteirão Eletrônico – diariamente, das 19h às 20h

No Quarteirão Eletrônico da Via da Artes Andradas (avenida dos Andradas 4.000), a festa começa no sábado com o DJ Carlo Dee, seguido pelo DJ Markko no domingo, DJ Tom McGuigan na segunda-feira e DJ Carlos Kroeff na terça-feira. Todas as noites, o público poderá conferir a animação digital do VJ Céu Estrelado, que representa o céu durante a folia, e as performances da Trupe do Circo de rua. 

Na Via das Artes Brasil (avenida Brasil, 883), o Quarteirão Eletrônico também promete agitar o público. No sábado, o DJ Leo Mille assume o comando, seguido pelo DJ Valber no domingo e na terça-feira, e pelo DJ Markko na segunda-feira. O VJ Noite, com seu visual interativo “Cores do Carnaval”, que celebra as cores da festa, e a Trupe do Circo de rua, com suas performances, garantem a animação todas as noites.

A Via das Artes Amazonas (avenida Amazonas,77) também terá o seu Quarteirão Eletrônico, com uma programação especial. No sábado, o DJ Markko assume o comando, seguido pelo DJ Carlos Kroeff no domingo, DJ Paula Vilarino na segunda-feira e DJ Tom McGuigan na terça-feira. Todas as noites, o VJ Visual de Folclore Mineiro, com seus estímulos visuais inspirados na cultura mineira, e a Trupe do Circo de rua, com suas performances, prometem encantar o público. 

 

Alvorada Poética ilumina o Carnaval da Liberdade 2025

Alvorada Poética ilumina o Carnaval da Liberdade 2025

Entre versos, melodias e performances, a Via das Artes celebra a poesia mineira no amanhecer do dia 1º de março

Poesia, artes gráficas, digitais e circenses fazem da Via da Artes a manifestação mais cultural no Carnaval de todos os tempos. Além da extensa programação musical, o Carnaval da Liberdade ganha um amanhecer singular em 2025 com a Alvorada Poética da Via das Artes. 

A Alvorada Poética, acontece no amanhecer do dia 1ª de março, das 5h às 6h, na Avenida das Artes Amazonas (nº 487). A ação cultural é um convite para dançar com as palavras, celebrar a tradição e se encantar com a beleza da poesia que brota do cotidiano e se transforma em arte viva. É uma homenagem à literatura e às vozes que, em versos, fazem pulsar o coração de Minas Gerais. A apresentação reunirá artistas circenses, músicos, dançarinos e performers em uma verdadeira exaltação à nossa poesia.

Com a participação da Cia Circunstância e convidados, do Grupo ID Experimental do Estúdio ID Investiga Dança, do Grupo Café com Batuque e dos artistas-performers Marcelino Xibil, Julliano Mendes, Abelha e Nívea Sabino, o cortejo da Trupe do Carnaval percorrerá a avenida, poetizando melodias e melodiando poesias, encantando o alvorecer da cidade.

Além das performances ao vivo, a Alvorada Poética aproveita a sonorização especial da avenida para o Carnaval, para trazer uma coletânea de poemas gravados de poetas renomados como Guimarães Rosa, Carlos Drummond de Andrade, além de artistas contemporâneos como Marcelino Xibil e Julliano Mendes. As apresentações contam com trilha original de Laís Garcia e Marcos Boi e vozes de Adriana Maciel, Du Sarto, Lívia Raquel, Marcelino Xibil e Julliano Mendes.

A Alvorada Poética integra a programação da Via das Artes que tem o Instituto Cultural Aurum como responsável pela produção artística, em parceria com a Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge), Fundação Clóvis Salgado e Associação Pró-Cultura e Promoção das Artes (APPA). A iniciativa é do Governo de Minas Gerais, realizada por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), para promoção do Carnaval da Liberdade 2025, e integra dentro do AMA – Ano Mineiro das Artes, programa da Secult.

 

ALVORADA POÉTICA – Av. Amazonas  487

  •       Data: Sábado (01/03)
  •       Horário: 5h às 6h

Informações para a imprensa

Luz Comunicação – Jozane Faleiro – 31992046367 – jozane@luzcomunicacao.com.br

 Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult)

imprensa@secult.mg.gov.br    

Instituto Pedra lança livro sobre o restauro e reapropriação do conjunto franciscano de Mariana; lançamento inclui outras duas publicações da Escola de Ofícios Tradicionais de Mariana

Três novos livros serão lançados em Mariana no mês de fevereiro, expandindo o status da cidade como polo de produção cultural. O primeiro, “Igreja, Casa, Museu: restauro e reapropriação do Conjunto Franciscano de Mariana”, retrata a recuperação completa da Igreja de São Francisco de Assis e da Casa do Conde de Assumar, exemplares excepcionais da arquitetura colonial brasileira construídos no século 18. O processo culminou, em 2023, com a implantação do Museu de Mariana, na Casa de Assumar.

As outras duas publicações, “Manual Cores da Terra” e “Técnicas Construtivas Tradicionais”, são produtos da Escola de Ofícios Tradicionais de Mariana, projeto cultural que busca a preservação do patrimônio nos âmbitos material e imaterial por meio da formação dos seus alunos em técnicas construtivas tradicionais.

O lançamento triplo acontecerá na terça-feira (25), às 19h, no Museu de Mariana, com entrada livre e gratuita, e contará com a presença dos autores e sessão de autógrafos.

Os livros foram idealizados e produzidos pelo Instituto Pedra, como parte das ações educativas dos respectivos projetos culturais, com apoio do BNDES e patrocínio do Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Rouanet, do Ministério da Cultura, além de parceria do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, da Escola de Ofícios Tradicionais de Mariana, da Arquidiocese de Mariana e do Instituto Aurum.

 

Os Livros

Igreja, Casa, Museu: restauro e reapropriação do Conjunto Franciscano de Mariana

O livro apresenta as diferentes fases da história do conjunto arquitetônico, partindo do resgate de elementos historiográficos sobre a vida do Conde de Assumar, que governou a capitania de São Paulo e Minas do Ouro entre 1717 e 1721 e teria residido onde hoje se encontra o Museu de Mariana – tese que causa debates entre historiadores.

Ainda que em caráter inconclusivo, registros históricos apontam que a edificação teria sido construída entre 1714 e 1717. Trata-se de um exemplar de um palácio setecentista que, por si só, é digno de relevante valor histórico.

Cerca de meio século mais tarde começa a ser erguida a Igreja de São Francisco de Assis, um dos principais monumentos de Mariana e da arquitetura colonial no Brasil. Projetada em 1762 pelo mestre de obras português José Pereira dos Santos e construída por seu conterrâneo José Pereira Arouca, pertence à chamada “segunda fase” da arquitetura religiosa mineira, ao substituir as construções em taipa de pilão por aquelas de técnica mais perene, como a alvenaria de pedra e cal.

Ambas as edificações foram tombadas em 1938, no início das atividades do IPHAN, inseridas no Conjunto Arquitetônico e Urbanístico de Mariana.

Os trabalhos de restauro empreendidos entre 2019 e 2023 suscitaram questões técnicas e metodológicas instigantes, pela realização de intervenções simultâneas em um mesmo canteiro de obras, em duas edificações que apresentavam tanto informações históricas quanto estados de conservação muito díspares, experiência que pode trazer contribuições para importantes dilemas do campo do restauro no Brasil.

Em 26 de setembro de 2023, os espaços foram entregues restaurados e foi inaugurado o Museu de Mariana, uma conquista para os marianenses.

Coordenação editorial: Jurema Machado
Autores: Álvaro de Araujo Antunes, Benjamim Saviane, Jurema Machado, Natalia Casagrande Salvador, Tércio Voltani Veloso e Viviane Longo
Ensaio fotográfico: Nelson Kon
Páginas: 132
ISBN: 978-85-69962-06-9
Projeto cultural: Restauração da Igreja de São Francisco e da Casa do Conde de Assumar para implantação do Museu de Mariana – PRONAC 177559

 

Manual Cores da Terra: produção de tintas com pigmentos de solos

O manual tem a missão de divulgar os conhecimentos acumulados pelo projeto de pesquisa e extensão universitária Cores da Terra.

Ao longo dos anos, foram produzidos alguns materiais impressos de divulgação e capacitação reunindo conhecimentos empíricos. Depois de contribuir com pesquisas acadêmicas e sistematizar lições acumuladas por meio da interação com inúmeros atores, surgiu a necessidade de reunir os conhecimentos em uma publicação que abordasse tanto informações básicas sobre solos, quanto a descrição detalhada da técnica de produção de tintas para divulgação e capacitação profissional.

Considerando a importância de comunicar conceitos e procedimentos de forma clara, foram incluídas ilustrações em sintonia com o texto, além de alguns exemplos práticos, para auxiliar a compreensão dos cálculos e recomendações para a produção das tintas de acordo com as características de diferentes tipos de solos.

Autores: Anôr Fiorini de Carvalho e Fernando de Paula Cardoso
Páginas: 200
ISBN: 978-85-69962-04-5
Projeto cultural: Escola de Ofícios Tradicionais de Mariana: plano plurianual 2021-2023 e plano plurianual 2024-2027 – PRONACs 202135 e 235233

Técnicas construtivas tradicionais: um olhar para a diversidade no território de Mariana

Desde a invasão portuguesa, quando as únicas formas de abrigo conhecidas por aqui eram aquelas desenvolvidas pelos povos indígenas, os modos de construir se transformaram, recebendo influências das mais diversas e sempre se adaptando às condições impostas pelo meio para, enfim, produzir novas culturas construtivas.

As técnicas construtivas tradicionais são aquelas ligadas aos materiais de construção locais e ao saber fazer tradicional, tais como as desenvolvidas no território de Mariana neste primeiro momento e, mais adiante, transformadas pela introdução de novos materiais e influências estéticas modernizadoras trazidas para o interior do país.

A bibliografia sobre os sistemas construtivos tradicionais carece de publicações. O estabelecimento desta linha editorial é uma contribuição inaugural que se inspira no trabalho pioneiro de Sylvio de Vasconcellos em Arquitetura no Brasil: Sistemas Construtivos.

Para tanto, os arquitetos Adelaide Dias e Fernando Cardoso se debruçaram sobre o acervo vivo de Mariana e região para listar alguns dos modos de produção tradicionais que remanesceram nas edificações locais e demonstrar seus conceitos.

Autores: Adelaide L. N. Dias e Fernando P. Cardoso
Páginas: 296
ISBN: 978-85-69962-05-2
Projeto cultural: Escola de Ofícios Tradicionais de Mariana: plano plurianual 2021-2023 e plano plurianual 2024-2027 – PRONACs 202135 e 235233

 

Instituto Pedra

O Instituto Pedra é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que desenvolve ações no campo do patrimônio cultural. Possui projetos nos estados do Pará, Maranhão, Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo como, por exemplo, o projeto de restauração de fachadas do Edifício Copan e a restauração, com criação de centro cultural, da Vila Itororó em São Paulo; a recuperação do complexo arquitetônico e acervo histórico do Palácio Itamaraty, no Rio de Janeiro; o inventário do acervo de Frans Krajcberg e a restauração do Parque do Queimado na Bahia; a idealização da Escola de Ofícios Tradicionais de Mariana e a restauração da Igreja de São Francisco de Assis e da Casa do Conde de Assumar, em Mariana, entre outros. Visite o site do Instituto Pedra: institutopedra.org.br

 

Instituto Cultural Vale

O Instituto Cultural Vale parte do princípio de que viver a cultura possibilita às pessoas ampliarem sua visão de mundo e criarem novas perspectivas de futuro. Tem um importante papel na transformação social e busca democratizar o acesso, fomentar a arte, a cultura, o conhecimento e a difusão de diversas expressões artísticas do nosso país, ao mesmo tempo em que contribui para o fortalecimento da economia criativa. Nos anos 2020-2022, o Instituto Cultural Vale patrocinou mais de 600 projetos em mais de 24 estados e no Distrito Federal. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, patrocinados via Lei Federal de Incentivo à Cultura, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Onde tem Cultura, a Vale está. Visite o site do Instituto Cultural Vale.

 

BNDES
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é uma empresa pública federal vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), sendo o principal instrumento do governo federal para financiamento de longo prazo e investimento nos diversos segmentos da economia brasileira. Como banco de desenvolvimento, o BNDES apoia, há mais de 25 anos, a valorização e a requalificação do patrimônio cultural brasileiro, associadas à busca por alternativas econômicas que promovam geração de emprego, renda e bem-estar social.

Visite o site do BNDES: bndes.gov.br

 

Serviço:
Evento: Lançamento dos livros “Igreja, Casa, Museu: restauro e reapropriação do Conjunto Franciscano de Mariana”“Manual Cores da Terra” e “Técnicas Construtivas Tradicionais”
Onde: Museu de Mariana – Rua João Pinheiro, 20, Mariana (MG)
Quando: Terça-feira, 25 de fevereiro de 2025, às 19h
Entrada: Gratuita

 

Informações à imprensa
Oscar Munhoz Neto – Assessor de Comunicação do Instituto Pedra
o.neto@institutopedra.org.br
 +5511 3031 3680 +5511 98057 7305

Pré-carnavais do Museu de Mariana e do Boulieu prometem tradição e folia

Museus geridos pelo Instituto Cultural Aurum se unem para mais uma celebração da cultura brasileira

Com a chegada de fevereiro, a animação do Carnaval invade o Museu de Mariana, na primaz de Minas, e o Museu Boulieu, em Ouro Preto, nos dias 14 e 15 de fevereiro, a partir das 19h, com o #MmFolia e o #BoulieuNaFolia, pré-carnavais das instituições. A atração principal dos eventos é a tradicional banda ouropretana, Candonguêro, que junto ao DJ Pátrida, vão garantir muita música boa a noite toda, além de atrações locais, destacando a tradição e cultura dessas importantes cidades da região dos Inconfidentes.

Nascida em Ouro Preto, a banda Candonguêro traz uma experiência imersiva, que revive o encanto dos carnavais da antiga Vila Rica. No repertório, a banda faz homenagens a personagens marcantes, escolas de samba e blocos tradicionais da cidade, além de suas contagiantes músicas autorais. Com sua versatilidade e talento, o DJ Pátrida, produtor musical e cultural, comanda a abertura da folia de ambos os Museus, apresentando um set vibrante que passeia por diferentes estilos da música brasileira e mundial.

Além disso, o Museu de Mariana conta com a participação especial do tradicional Bloco do Boqueirão de Mariana, que há mais de 20 anos partem da Rua do Boqueirão com seus bonecos feitos de material reciclado, cortejos de charanga e a presença do popular Boi da Manta. No Museu Boulieu, a Escola de Samba Unidos do Padre Faria, a maior campeã de Ouro Preto, marcará presença na folia com sua Bateria Furiosa, seu dragão e suas cores em vermelho e branco.

Os ingressos para os foliões são solidários, e já podem ser adquiridos pela plataforma Sympla, condicionados a entrega de 1kg de alimento não perecível nas bilheterias dos Museus na entrada dos eventos.

O Museu de Mariana e o Museu Boulieu são geridos pelo Instituto Cultural Aurum e contam com o patrocínio master do Instituto Cultural Vale e realização do Governo Federal Brasil: União e Reconstrução, por meio da Lei Rouanet.

Sobre o Instituto Cultural Vale

O Instituto Cultural Vale acredita que a cultura transforma vidas. Pelo quarto ano consecutivo é o maior apoiador da Cultura no Brasil, patrocinando e fomentando projetos em parcerias que promovem conexões entre pessoas, iniciativas e territórios. Seu compromisso é contribuir com uma cultura cada vez mais acessível e plural, ao mesmo tempo em que atua para o fortalecimento da economia criativa.

Desde a sua criação, em 2020, o Instituto Cultural Vale já esteve ao lado de mais de 800 projetos em 24 estados e no Distrito Federal, contemplando as cinco regiões do país em com investimento de mais de R$ 1 bilhão em recursos próprios da Vale e via Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Onde tem Cultura, a Vale está. Visite o site do Instituto Cultural Vale: institutoculturalvale.org

Museu Boulieu promove terceira edição do #CurtaBoulieu com programação especial para crianças em janeiro

O Museu Boulieu dá início à 3a edição do Curta Boulieu, seu programa de atividades educativas voltado para crianças durante as férias escolares de janeiro. A programação gratuita acontece entre os dias 29 e 31 deste mês, onde serão realizadas oficinas lúdicas e interativas para crianças de diferentes faixas etárias, proporcionando uma exploração divertida e enriquecedora da expografia do museu.

A programação contempla oficinas que abrangem temas como história, cultura, arte e sustentabilidade. As crianças poderão participar de atividades como “As respostas pelos caminhos”, um jogo de quiz interativo que explora conhecimentos sobre culturas americanas e asiáticas; “Meu Brasil no Mapa”, que utiliza conceitos de cartografia de forma acessível para abordar aspectos físicos e culturais do Brasil; e “Ex-votos: arte e gratidão”, uma oficina prática que convida os participantes a expressarem momentos de gratidão por meio da criação de tábuas votivas.

Para o público infanto-juvenil, a oficina “Congado e Musicalidade” promove a valorização do Congado e sua relação com as tradições afro-brasileiras, além de abordar temas como sustentabilidade e reciclagem por meio da confecção de apitos com materiais reutilizados.

A inscrições para as atividades do #CurtaBoulieu já estão abertas e podem ser realizadas até o dia 27 de janeiro pelo link https://forms.gle/z6XbRbZ9Tmmgc95h9.

A proposta do #CurtaBoulieu é transformar a interação com o museu em uma experiência dinâmica, onde os participantes possam aprender enquanto brincam. “Os museus não são apenas espaços de preservação e comunicação de acervos, mas verdadeiros ambientes de aprendizado e transformação, capazes de unir passado e presente em um diálogo constante sobre a história e a cultura humana”, destaca a organização.

Sobre o Museu Boulieu:
O Museu Boulieu conta com o patrocínio master do Instituto Cultural Vale, gestão do Instituto Cultural Aurum, apoio do Instituto Boulieu, Prefeitura de Ouro Preto e Arquidiocese de Mariana, e realização do Governo Federal do Brasil: União e Reconstrução, por meio da Lei Rouanet.

Programação:

  • 29 de janeiro:
    • 10h às 12h | Faixa etária: 6 a 8 anos | Oficina: As respostas pelos caminhos
    • 14h às 16h | Faixa etária: 9 a 11 anos | Oficina: As respostas pelos caminhos
  • 30 de janeiro:
    • 10h às 12h | Faixa etária: 6 a 8 anos | Oficina: Meu Brasil no Mapa
    • 14h às 16h | Faixa etária: 9 a 11 anos | Oficina: Meu Brasil no Mapa
  • 31 de janeiro:
    • 10h às 12h | Faixa etária: 6 a 8 anos | Oficina: Ex-votos: arte e gratidão
    • 10h às 12h | Faixa etária: 12 anos | Oficina: Congado e musicalidade
    • 14h às 16h | Faixa etária: 9 a 11 anos | Oficina: Ex-votos: arte e gratidão